Dia 2 - E a jornada se inicia de verdade
Chegou o esperado dia. Café reforçado para um longo dia de atividades.
Pegamos o ônibus para finalmente conhecermos a Johns Hopkins School of Public Health. Ao chegar, fotos do grupo e selfies na entrada da Escola. O local é muito bonito, limpo e organizado. Fomos ao quarto andar, onde iniciariamos as atividades.
Grupo tira foto na entrada da Johns Hopkins School of Public Health
Área interna da Johns Hopkins School of Public Health
Entrada da Johns Hopkins School of Public Health
Dr Carlos Castillo-Salgado já nos esperava. Junto com ele, duas grandes garrafas de café próximas à mesa, mostrando que precisariamos de cafeína para tantas atividades. Dr Carlos nos apresentou a vários professores da Johns Hopkins, todos expoentes pesquisadores em sua área. Nos apresentou também o cronograma de atividades.
Iniciamos com uma palestra sobre o impacto da AIDS no mundo, comparando a situação das Américas com a situação da África, principalmente na região sub-Saariana. Enquanto o problema nas Américas está bem relacionado com a prática homossexual entre homens, com quase metade da totalidade dos casos, na África, as mulheres e às relações sexuais heterossexuais são responsáveis pela maioria dos novos casos. Também foram discutidas estratégias de prevenção para a diminuição da incidência da AIDS, como a terapia antirretroviral, com destaque para o Brasil, pela política de quebra de patentes, reduzindo os custos da terapia. Foram também apresentadas metas mundiais para que 90% dos pacientes com HIV sejam identificados e efetivamente tratados.
Almoçamos na linda sala de reunião da reitoria por cerca de 1h e depois fomos conhecer a loja de livros da Johns Hopkins. A vontade era de comprar vários, tamanha a diversidade de opções. Eu comprei apenas um imã, para a minha geladeira. Mas certamente voltarei lá com mais tempo para compras.
Em seguida, tivemos uma introdução sobre saúde pública com o Dr Carlos Castillo. A turma se mostrou bastante participativa e interessada. Dr Carlos mostrou ainda como os Estados Unidos ainda luta para oferecer uma saúde pública universal para a sua comunidade dos Estados Unidos. Para finalizar as atividades, fizemos um tour pela Johns Hopkins School of Public Health, conhecendo auditórios, salas de estudo, refeitório, academia para exercícios físicos e depois o terraço, com uma linda vista para a cidade de Baltimore.
Ao fim do tour, pegamos um ônibus para irmos ao shopping para jantarmos. Durante o trajeto, conseguimos observar como a comunidade negra e pobre parece estar num território separado dos brancos, muitas vezes por um limite de uma rua. Passamos ao lado de um local que se parecia muito com as favelas brasileiras, coisa que realmente não esperávamos encontrar por ali. Chegou a hora de descansar um pouco, pois as atividades na semana prometem ser corridas, inclusive com um livro completo para ler para o dia 19 de novembro. O livro se chama "Strengths Finder 2.0", de Tom Rath. Já consegui ler alguns capítulos e assim que terminar, apresentarei um resumo. Mas já adianto que o tema principal gira em identificar pontos fortes de cada pessoa ao invés de focar no que ela faz errado ou apresenta dificuldades em realizar.
#BSF
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